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sábado, 5 de agosto de 2017

Caixa Econômica pretende contratar 10 mil temporários

As informações são do Sindicato dos Bancários de Pernambuco, que vai se reunir no próximo dia 9 de agosto para discutir o programa de reestruturação idealizado pelo banco. Para a entidade, as mudanças preveem um plano de demissão voluntária e contratação de pessoal com menos direitos

   Líder da oposição no Senado, Humberto Costa (PT) discute com a presidente do Sindicato dos Bancários de Pernambuco, Suzineide Rodrigues, como enfrentar o modelo de reestruturação idealizado pela Caixa Econômica Federal.

Depois de tomarem conhecimento de que 11 das 16 Gerências de Filiais do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (Gifug) serão fechadas no país, incluindo as existentes em todo o Nordeste, os bancários da Caixa Econômica Federal receberam mais uma notícia que os deixou preocupados. Por meio de normativo divulgado esta semana, inclusive nas agências do Recife, o banco informou - sem estimar os números exatos -, que pretende contratar “bancários temporários”. Esse tipo de prática não é feita desde o primeiro governo Lula, em virtude da substituição de terceirizados por concursados. O Sindicato dos Bancários de Pernambuco acredita que o normativo divulgado pela Caixa vai permitir a entrada de aproximadamente 10 mil temporários nas agências do país. O programa de reestruturação do banco começou no dia 17 de julho.  

Segundo a presidente do Sindicato dos Bancários, Suzineide Rodrigues, o modelo de reestruturação desenhado pelo governo federal para a Caixa vai comprometer o papel social do banco que administra ativos de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 505,8 bilhões apenas do FGTS (30% do lucro total). Suzineide explicou que, enquanto o banco abre um plano de demissão voluntária para atingir 10 mil servidores e fechar 312 agências, outros 10 mil temporários podem estar prestes a serem contratados. A Gestão de Pessoas da Caixa de Recife tem 39 funcionários e passará a ter quatro; enquanto a Gifug tem 72 e, agora, ficará com 12 - a previsão inicial era apenas cinco.

Suzineide informou que, no próximo dia 9 de agosto, o sindicato vai realizar uma assembleia no estado para discutir o programa de reestruturação com a categoria. Ao longo do mês, a entidade também vai procurar lideranças políticas do estado para construir uma Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Bancos Públicos. Ela e outros diretores do Sindicato já se reuniram, ontem, com o líder da oposição no Senado, Humberto Costa (PT), para externar os problemas enfrentados pelos bancários da Caixa. Um dos mais preocupantes, para ela, diz respeito à extinção de cargos que podem rebaixar o salário de uma pessoa em até três vezes caso ela não tenha 10 anos exatos naquela função. Para ela, esse tipo de pressão é uma forma de incentivar a demissão voluntária. 

“A Caixa vai criar um comitê nacional de realocação de empregados. Isso vai mexer nas pessoas e nos salários. Se um gerente da Gifug, por exemplo, tiver nove anos e oito meses no cargo, ele vai voltar para o seu cargo inicial (de técnico bancário), com o salário inicial, já que a gerência será extinta”, declarou.

Em comunicação feita aos bancários, o sindicato disse que há uma tentativa do governo federal em fatiar o banco com a venda de ativos, com a privatização de loterias, seguros, cartões e terceirização de serviços. O comunicado diz que os outros bancos privados que controlam 86% do sistema financeiro brasileiro estão de olho na gestão do FGTS e do Fundo de Amparo do Trabalhador. 

“A Caixa é o único banco em que o povo entra, porque qualquer pessoa pode abrir uma conta com R$ 50. Se a Caixa tirar o povo, vai ter tempo para fazer captação de mercado como qualquer outro banco”, disse Suzineide. Por meio de nota, a instituição federal não deu detalhes sobre o número de contratações que fará sem concurso público. “A Caixa informa que as alterações no normativo interno da empresa foram realizadas exclusivamente para adequação às alterações previstas na Lei 13.429/2017. Não procede a informação de fechamento de 312 agências”, diz o texto, referindo-se à lei que mudou em relação ao trabalho temporário e descartando o fechamento de agências.

Medidas criticadas pelo Sindicado dos Bancários

Fechamento de 11 das 16 Gerências de Filias do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (Gifug).

Istalação do comitê de realocação de empregados e funções

Reestruturação das áreas de Logística, Finanças e Controladoria, Tecnologia da Informação e Gestão de Pessoas

Contratação de 10 mil temporários

Demissão voluntária de 10 mil funcionários

Fonte: Sindicato dos Bancários de Pernambuco e Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa


Por: Aline Moura - Diario de Pernambuco
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