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sábado, 22 de julho de 2017

Estado em alerta para evitar cólera

Secretaria Estadual de Saúde pediu que o monitoramento ambiental do vibrio cholerae fosse intensificado. Bactéria foi encontrada em alguns pontos

     Foi recomendada a não utilização das águas dos rios e açudes citados no estudo. Foto: Teresa Maia/DP

Um alerta foi emitido pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) para intensificar fortemente o monitoramento ambiental do vibrio cholerae, agente causador da cólera, no estado. A recomendação foi expedida no início da semana, depois que a vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Vigiagua) foi comunicada da positividade para a pesquisa da bactéria em diferentes pontos de monitoramento, no último dia 26 de junho. O alerta tem validade de três meses. O órgão, entretanto, afirma que não há casos confirmados em humanos no estado e que, nos últimos três anos, também foram isoladas amostras positivas.
Foram confirmados resultados positivos para a presença do vibrio cholerae O1 (com capacidade de causar cólera em humanos) em amostras coletadas durante a vigilância ambiental no primeiro semestre deste ano, analisadas pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-PE) e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro. Os exemplares foram coletados em Tracunhaém (Açude do Fundão), Correntes (Rio Mundaú) e Aliança (Rio Siriji). Ainda positivaram amostras para um tipo da bactéria que não tem potencial epidêmico (não O1 e não O139) em Tracunhaém (Açude do Bar do Caranguejo), Limoeiro (Rio Capibaribe), Timbaúba (Rio Capibaribe Mirim) e Salgueiro (saída de esgoto de terminal de ônibus).
Diante da situação, o alerta foi emitido não só para esses municípios, como também para todos os outros por onde passam os rios, totalizando 30 cidades. Entretanto, os cuidados devem se estender, afirma a gerente de Vigilância de Riscos Ambientais, Rosilene Hans, a todo o estado. “É preciso fortalecer as ações preventivas. O estado está ampliando o monitoramento ambiental, que passa a ser realizado semanalmente nessas localidades onde deu positivo e no entorno. Vamos acompanhar até um total de três meses de resultados negativos.”
Foi recomendada a não utilização da água dos rios e açudes citados para banho, pesca e outras atividades, o fortalecimento da vigilância da água de consumo humana, a fiscalização das transportadoras de água e a ampliação dos pontos de coleta de amostras. O alerta também inclui a intensificação do monitoramento das doenças diarreicas agudas, para identificação precoce de alterações no padrão epidemiológico, assim como a realização de busca ativa.
A SES informou que “todas as medidas de vigilância já foram realizadas nas localidades do entorno dos rios/açudes” e que já foram verificados nos postos de saúde se houve eventuais mudanças no padrão dos casos de diarreia, o que não ocorreu. As análises laboratoriais de coletas de pacientes também não deram resultado positivo para a doença. O estado registrou quase 150 mil casos de doença diarreica aguda e mais de 100 mortes neste ano. “Os municípios com esse surto estão em outra região do estado. Onde deu positividade, os casos já reduziram. Mesmo assim, fizemos busca ativa e não foi identificado casos de cólera em humanos”, ressaltou Rosilene Hans.
A população das localidades recebeu frascos de hipoclorito de sódio a 2,5%, composto utilizado para higienizar a água, e foi orientada como usar o material. Também se orienta o cuidado reforçado com a higiene das mãos e dos alimentos. A última pandemia de cólera foi no início dos anos 1990.


Por: Alice de Souza - Diario de Pernambuco
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