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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

UFPE terá dificuldade para colocar prédios alvos de vandalismo em ordem

Polícia Federal realizou, nesta terça-feira (27), uma perícia nos dois centros de ensino da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) que sofreram atos de vandalismo durante as ocupações de estudantes contrários à PEC 55, Proposta de Emenda à Constituição que limita os gastos públicos. Levando em consideração a situação encontrada no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH) e no Centro de Artes e Comunicação (CAC), o vice-diretor do CFCH, Ricardo Medeiros, acredita que a instituição terá dificuldades em colocar os prédios em ordem novamente.


Janelas e portas foram quebradas, e as salas dos professores foram reviradas. Livros e cadeiras foram encontrados jogados e espalhados no chão. Em uma das salas, um notebook foi quebrado pela metade. Na porta da sala de um dos professores, havia uma mensagem ameaçadora: “vai morrer”. 

“Nós ficamos estarrecidos com o que encontramos aqui. Estamos vivendo um momento difícil, um momento de redução de verbas. Então, é um momento que a gente, na verdade, precisa de mais condições. Vamos ter muito trabalho e vamos encontrar muitas dificuldades para conseguir colocar esses prédios em ordem de novo”, destaca Medeiros. 

Durante a perícia, a PF informou que analisará as câmeras de segurança encontradas nos centros de ensino para tentar identificar os responsáveis pelos atos de vandalismo. Porém, o chefe de Comunicação da PF em Pernambuco, Giovani Santoro, adiantou que a corporação já possui uma lista com nomes de suspeitos. 

“Estão sendo criadas três comissões de inquérito para efetivar os procedimentos administrativos para responsabilizar aqueles que cometeram tamanho ato de vandalismo e de violência contra a universidade pública. Parece ser um perfil que destoa dos 40 mil estudantes de graduação e pós graduação da nossa universidade. Nós tivemos ocupações em várias edificações e elas ocorreram de forma pacífica com propósitos democráticos”, pontuou o reitor da UFPE, Anísio Brasileiro. 

Os responsáveis pelas cenas de destruição responderão por alguns crimes. Entre eles, danos ao patrimônio público e formação de quadrilha. 

Ocupações
 
Os centros foram ocupados por estudantes em outubro, em protesto contra a Proposta de Emenda à Constituição 55, que limita os gastos públicos, e só foram desocupados na sexta-feira (23). A nota divulgada pela UFPE informa que, durante as vistorias realizadas após a desocupação nos dois centros, foram verificados arrombamentos de diversas salas de aula e de professores, com destruição de móveis e equipamentos, além de pichações no chão, paredes, portas e colunas. 

Na sexta-feira, a UFPE já havia determinado a abertura de inquérito administrativo, para apurar agressões sofridas por dois professores durante sessão do Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão (CCEPE) que tratou do ajuste do calendário acadêmico. 

Nos demais prédios em que houve ocupação por parte de estudantes, como o Centro de Biociências, Centro de Educação, Centro Acadêmico de Vitória, Centro Acadêmico do Agreste, Departamento de Enfermagem e Núcleo de Educação Física e Desportos, as instalações foram entregues pelos alunos em perfeitas condições de funcionamento. 

Desocupação

Os estudantes que ocupavam oito prédios da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) deixaram as unidades na sexta-feira (23). Segundo a assessoria da UFPE, os manifestantes cumpriram o acordo firmado com a reitoria da instituição na quarta-feira (21). 

As ocupações na UFPE tiveram início no dia 24 de outubro. A iniciativa dos movimentos estudantis tentou barrar a PEC 55, que limita os investimentos do Governo Federal em áreas como educação e saúde. Em troca da desocupação dos prédios, a UFPE concordou em suspender o calendário acadêmico nos dias 21, 22 e 23 de dezembro, para discuti-lo e aprová-lo durante uma reunião, que foi realizada nesta sexta. A nova data de reinício das aulas do segundo semestre é 9 de janeiro e o término será no dia 8 de fevereiro. O ano letivo de 2017 começa no dia 6 de março. 

Além da subscrição dos estudantes, o termo foi assinado por representantes da gestão da UFPE, do Ministério Público Federal (MPF), da Defensoria Pública da União e da Frente Juristas Pela Democracia. No documento, a Reitoria também se comprometeu a criar quatro Grupos de Trabalho (GTs) para tratar de temas como segurança, orçamento, assistência estudantil e restaurante universitário. 

Faculdade de Direito

A Faculdade de Direito do Recife (FDR) foi desocupada voluntariamente pelos estudantes no dia 18 de novembro, após acordo extrajudicial firmado entre o movimento estudantil e a administração da UFPE. A FDR foi alvo de disputa entre estudantes, que ocupavam o prédio desde o dia 10 de novembro, e a Reitoria da universidade, que conseguiu na Justiça uma liminar determinando a reintegração de posse do prédio. A decisão em primeira instância, porém, tinha sido temporariamente suspensa por um desembargador do Tribunal Regional Federal da 5ª Região. 

Do G1 PE
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