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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Secretária de Goiana está envolvida em fraudes, diz delegado

A secretária de Obras de Goiana, Marlize do Carmo Mainardis, é uma das suspeitas de envolvimento no esquema de fraude alvo da Operação Imhotep, afirmou o delegado seccional Pablo de Carvalho. Desencadeada nesta terça-feira (27), a operação apura um esquema de fraude em licitação no município, que fica na Zona da Mata Norte de Pernambuco.



“A secretária de Obras tinha uma situação de fraude à várias consultorias, junto com arquitetos, engenheiros e outros laranjas”, apontou o delegado, que não entrou em detalhes de como funcionaria o esquema. Segundo ele, esses detalhes serão divulgados em coletiva na quarta-feira (28).
O G1 entrou em contato com a comunicação da Prefeitura de Goiana, que informou por telefone que aguaradaria o posicionamento oficial da Polícia Civil, na coletiva de quarta (27), para se posicionar. O G1 segue tentando contato com a secretária. 

Dos cinco mandados de prisão preventiva emitidos pela Vara Criminal de Goiana, três haviam sido cumpridos até as 11h. Um engenheiro civil e a secretária ainda são procurados. Foram também emitidos sete mandados de busca e apreensão, que são cumpridos em Goiana e em Petrolina, no Sertão do estado.

No município da Mata Norte, a polícia esteve no prédio da Secretaria de Obras. No local, foram recolhidos documentos e mídias. “As equipes estão, junto com um auditor do Tribunal de Contas do Estado [TCE], para procurar quaisquer documentos que tenham relação com essa atividade criminosa. Essa parceria com o TCE otimiza a apreensão”, detalhou o delegado. 

Segundo a polícia, o esquema contava com dois arquitetos e um engenheiro, além de uma professora. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados. 

As investigações começaram há seis meses, comandadas pelo delegado titular da Delegacia de Goiana, Thiago Uchoa, com apoio do serviço de inteligência da Polícia Civil. 

Participam da operação 40 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães, além de um auditor do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Os trabalhos são supervisionados pela Diretoria Integrada do Interior I e pela 11ª Seccional de Polícia de Goiana.

Em agosto deste ano, a Polícia Civil já havia deflagrado uma operação para desarticular uma associação criminosa suspeita de desviar dinheiro público em Goiana. Nas investigações, realizadas simultaneamente na Mata Norte e em João Pessoa, na Paraíba, foi apurado que houve o desvio de, pelo menos, R$ 2,5 milhões, repassados a contas de funcionários fantasmas.

Na 'Operação Spectrums', foram presos seis homens e seis mulheres foram presos, sendo um deles o administrador da folha de pagamento do município. Tablets, computadores documentos e smartphones foram apreendidos e passaram por análise, levaram a polícia a crer que a esposa, a sogra, a mãe, os irmãos, primos e algumas amigas do administrador também eram beneficiados pelo desvio de dinheiro.

Os suspeitos respondem pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e associação criminosa. 


Do G1 PE
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